{"id":1878,"date":"2018-06-19T11:39:00","date_gmt":"2018-06-19T11:39:00","guid":{"rendered":"http:\/\/demo.picosdeaventura.com\/?p=1878"},"modified":"2022-01-19T13:03:10","modified_gmt":"2022-01-19T13:03:10","slug":"voando-sobre-o-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/2018\/06\/19\/voando-sobre-o-mar\/","title":{"rendered":"Voando sobre o Mar"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1878\" class=\"elementor elementor-1878\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-section-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-578e08d8 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"578e08d8\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-row\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-74b5b0c0\" data-id=\"74b5b0c0\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-column-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-162666cb elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"162666cb\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-text-editor elementor-clearfix\">\n\t\t\t\t<h3>Voando sobre o mar: conhe\u00e7a o mundo das aves marinhas<\/h3>\n<p>Quando se fala em aves marinhas normalmente vem \u00e0 mente apenas uma ave: a gaivota. No geral, podemos dizer que a maioria das pessoas desconhece a diversidade de aves que habitam nos nossos mares. O que n\u00e3o \u00e9 muito surpreendente, se tivermos em conta, que a grande parte das esp\u00e9cies de aves marinhas voam longe do nosso olhar. As nossas viagens de observa\u00e7\u00e3o de baleias e golfinhos d\u00e3o-nos uma excelente oportunidade para desfrutar destas aves (voando sobre o mar).<\/p>\n<p>Voando sobre o mar: Para algu\u00e9m que esteja a dar os seus primeiros passos no mundo da ornitologia (observa\u00e7\u00e3o e estudo das aves) tem em m\u00e3os uma tarefa complicada, pois requer uma vis\u00e3o bem treinada. O voo elegante duma ave \u00e0 procura de alimento pode ser confundido com um simples movimento de \u201csombra\u201d no horizonte. Mas, uma vez agu\u00e7ada a nossa curiosidade, estimulados os sentidos e refinada a nossa vis\u00e3o podemos desfrutar da grande diversidade de aves que vagueiam pelo nosso oceano.<\/p>\n<p><strong><u>Que s\u00e3o as aves marinhas?<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Existe uma grande variedade de esp\u00e9cies de aves marinhas que podemos observar aqui mesmo nos A\u00e7ores. Desde as mais conhecidas como a gaivota de patas amarelas \u00e0 grande variedade de pardelas (Cagarros, Alma negra, Frulho, Estapagado, Cagarro de coleira), passando pelos sempre elegantes Garajaus (Garajau comum e rosado) e acabando com os pequenos painhos de apenas 25 gramas (Painhos da Madeira, de cauda forcada ou de Monteiro).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-328 size-full\" title=\"\" src=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/garajau-noni-e1529404260176.jpg?w=768\" sizes=\"auto, (max-width: 645px) 100vw, 645px\" srcset=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/garajau-noni-e1529404260176.jpg 645w, https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/garajau-noni-e1529404260176.jpg?w=150 150w, https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/garajau-noni-e1529404260176.jpg?w=300 300w\" alt=\"Ave Marinha\" width=\"645\" height=\"432\" data-attachment-id=\"328\" data-permalink=\"https:\/\/azoreswildadventure.com\/2018\/06\/19\/voando-sobre-o-mar\/garajau-noni\/\" data-orig-file=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/garajau-noni-e1529404260176.jpg\" data-orig-size=\"645,432\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{\" data-image-title=\"garajau noni\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/garajau-noni-e1529404260176.jpg?w=300\" data-large-file=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/garajau-noni-e1529404260176.jpg?w=645\"><\/p>\n<p>Fotografia 1 \u2013 voando sobre o mar- Garajau Comum adulto (<em>Sterna hirundo<\/em>)<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-329 size-full\" title=\"\" src=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/2-1.jpg?w=768\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" srcset=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/2-1.jpg?w=768 768w, https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/2-1.jpg?w=1536 1536w, https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/2-1.jpg?w=150 150w, https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/2-1.jpg?w=300 300w, https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/2-1.jpg?w=1024 1024w\" alt=\"Aves Marinhas\" width=\"768\" height=\"513\" data-attachment-id=\"329\" data-permalink=\"https:\/\/azoreswildadventure.com\/2018\/06\/19\/voando-sobre-o-mar\/2-1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/2-1.jpg\" data-orig-size=\"3650,2439\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{\" data-image-title=\"2 (1)\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/2-1.jpg?w=300\" data-large-file=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/2-1.jpg?w=768\"><\/p>\n<p>Fotografia 2 \u2013 Voando sobre o mar &#8211; Garajau Comum juvenil (<em>Sterna hirundo<\/em>)<\/p>\n<p>Algumas aves podem ter uma grande longevidade (podendo chegar at\u00e9 aos 60 anos) e reproduzem-se a um ritmo muito lento (muitas esp\u00e9cies s\u00f3 colocam um ovo por ano). Precisamente por causa disto s\u00e3o animais muito sens\u00edveis \u00e0s mudan\u00e7as no seu meio, o que tem levado \u00e0 redu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica de algumas popula\u00e7\u00f5es. Normalmente reproduzem-se em col\u00f3nias que podem ter v\u00e1rias centenas e at\u00e9 milhares de casais, situadas em \u00e1reas inacess\u00edveis como fal\u00e9sias. Passam a maior parte de sua vida voando sobre o mar, onde encontram o seu alimento: peixes, crust\u00e1ceos, moluscos e outros animais marinhos. Encontram-se nos n\u00edveis mais elevados da cadeia alimentar marinha, sendo \u00f3timos indicadores do estado de conserva\u00e7\u00e3o dos ecossistemas.<\/p>\n<p>Exatamente por viverem grande parte da sua vida em mar aberto, levantamos algumas perguntas sobre estas magn\u00edficas criaturas:<\/p>\n<ul>\n<li>Como \u00e9 que conseguem ficar a maior parte das suas vidas na \u00e1gua salgada do mar?<\/li>\n<li>Como \u00e9 que conseguem ficar pousadas na \u00e1gua durante tanto tempo?<\/li>\n<li>Conseguem levantar voo com a plumagem molhada?<\/li>\n<\/ul>\n<p>As aves marinhas (voando sobre o mar) podem apresentar uma grande variedade de adapta\u00e7\u00f5es anat\u00f3micas e fisiol\u00f3gicas, que fazem do mar, um meio t\u00e3o hostil para o resto das aves, o seu habitat ideal. Muitas delas impermeabilizam as suas penas com uma cera produzida atrav\u00e9s de uma gl\u00e2ndula chamada \u201curopigial\u201d, que est\u00e1 situada na base da sua cauda. Quando as observamos a endireitar a sua plumagem, elas est\u00e3o na verdade a distribuir a cera pelas suas penas. As suas patas apresentam uma membrana interdigital entre os seus dedos, fornecendo uma maior superf\u00edcie de contato com \u00e1gua, facilitando a sua nata\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disto, apresentam tamb\u00e9m gl\u00e2ndulas que eliminam de forma eficiente o excesso de sal do seu organismo.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><u>Import\u00e2ncia dos A\u00e7ores para as aves marinhas<\/u><\/strong><\/p>\n<p>O Arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores, pela sua posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e isolamento, a milhares de quil\u00f3metros de qualquer continente, constitui uma importante zona de passagem para muitas esp\u00e9cies de aves marinhas. O arquip\u00e9lago \u00e9 na realidade um retiro isolado no meio do Atl\u00e2ntico ao longo das suas rotas de migra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>As aves aproximam-se da zona costeira dos A\u00e7ores e procuram ilh\u00e9us ou escarpas isoladas que sirvam como \u00e1reas de nidifica\u00e7\u00e3o (\u00e1reas onde as aves depositam os seus ovos) e de descanso. \u00c9 de tal forma importante, que algumas esp\u00e9cies t\u00eam uma grande depend\u00eancia das nossas ilhas.<\/p>\n<p>\u00c9 importante referir, por exemplo, o caso do Cagarro (<em>Calonectris diomedea borealis<\/em>), a ave marinha mais abundante nos A\u00e7ores, onde a popula\u00e7\u00e3o nidificante a\u00e7oreana representa 74% da popula\u00e7\u00e3o mundial da subesp\u00e9cie\u00a0<em>Calonectris diomedea borealis<\/em>\u00a0e 52% da esp\u00e9cie\u00a0<em>Calonectris diomedea<\/em>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-330 size-large\" title=\"\" src=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/3-1.jpg?w=768&amp;h=512\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" srcset=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/3-1.jpg?w=768&amp;h=512 768w, https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/3-1.jpg?w=1534&amp;h=1024 1534w, https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/3-1.jpg?w=150&amp;h=100 150w, https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/3-1.jpg?w=300&amp;h=200 300w, https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/3-1.jpg?w=1024&amp;h=683 1024w\" alt=\"Aves Marinhas\" width=\"768\" height=\"512\" data-attachment-id=\"330\" data-permalink=\"https:\/\/azoreswildadventure.com\/2018\/06\/19\/voando-sobre-o-mar\/3-1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/3-1.jpg\" data-orig-size=\"4706,3141\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{\" data-image-title=\"3 (1)\" data-image-description=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/3-1.jpg?w=300\" data-large-file=\"https:\/\/azoreswildadventure.files.wordpress.com\/2018\/06\/3-1.jpg?w=768\"><\/p>\n<p>Fotografia 3 \u2013 Cagarro voando sobre o mar (<em>Calonetris diomedea borealis<\/em>).<\/p>\n<p>Do mesmo modo, a posi\u00e7\u00e3o do Arquip\u00e9lago entre a Am\u00e9rica e a Europa faz das ilhas ocidentais um importante ref\u00fagio para aves de proced\u00eancia americana que s\u00e3o trazidas por tempestades, muito raramente avistadas na Europa. Estes eventos ocasionais fazem a del\u00edcia de todos os ornit\u00f3logos e dos amantes da observa\u00e7\u00e3o de aves (vulgo\u00a0<em>birdwatching<\/em>).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><u>As aves marinhas e o povo a\u00e7oriano<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Para o povo a\u00e7oriano, com uma tradi\u00e7\u00e3o e uma hist\u00f3ria t\u00e3o ligadas ao mar, as aves marinhas sempre tiveram uma forte liga\u00e7\u00e3o com as pessoas que procuram no mar a sua forma de vida.<\/p>\n<p>Algumas das aves mais abundantes nas ilhas, tais como os cagarros, foram outrora ca\u00e7adas pelos habitantes das ilhas. O cagarro era muito apreciado pela sua carne e tamb\u00e9m pelas suas penas e gordura, tal como foi descrito por Gaspar Frutuoso. Hoje em dia o cagarro encontra-se listado como \u201cvulner\u00e1vel\u201d no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal e encontra-se protegido nos A\u00e7ores.<\/p>\n<p>\u00c9 especialmente forte a rela\u00e7\u00e3o entre as aves marinhas e os pescadores. A pesca afeta de diversas formas as aves marinhas e o seu ambiente, representando uma grave amea\u00e7a, mas \u00e9 tamb\u00e9m um potencial aliado. Se por um lado as aves marinhas podem ser indicadores da localiza\u00e7\u00e3o dos bancos de peixes, por outro lado, a polui\u00e7\u00e3o marinha proveniente de artes de pesca e da atividade humana no geral, contribuem para a deteriora\u00e7\u00e3o do habitat e a redu\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m na nossa atividade de Whale-Watching, a ajuda das aves marinhas \u00e9 essencial para encontrar cet\u00e1ceos no vasto oceano. Por vezes os vigias conseguem ver os golfinhos devido a presen\u00e7a de grandes \u201cpassaradas\u201d, onde as aves, em coordena\u00e7\u00e3o com os elegantes golfinhos, encontram e encurralam as suas presas.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><u>Amea\u00e7as para as aves marinhas<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Infelizmente, como muitos outros grupos de animais, estas maravilhosas aves encontram-se fortemente amea\u00e7adas, em grande parte por causa do ser humano. A sua depend\u00eancia tanto do meio marinho como do terrestre duplica o n\u00famero de amea\u00e7as que enfrentam. No mar, a presen\u00e7a de pl\u00e1stico, subst\u00e2ncias t\u00f3xicas e outros tipos de polui\u00e7\u00e3o constituem um grave problema. Por outro lado a sobrepesca dificulta cada vez mais a procura de alimento, podendo ainda contribuir para a sua morte, quando ficam presas em anz\u00f3is ou redes de pesca.<\/p>\n<p>Em terra, a presen\u00e7a de predadores como os gatos ou ratos nas suas zonas de nidifica\u00e7\u00e3o causa danos em muitas das suas col\u00f3nias. Ao mesmo tempo o desenvolvimento urbano excessivo e a degrada\u00e7\u00e3o da costa reduzem o n\u00famero de \u00e1reas dispon\u00edveis para a nidifica\u00e7\u00e3o. Um impato particularmente grave \u00e9 a intensa ilumina\u00e7\u00e3o da costa, que pode desorientar as jovens aves na hora de abandonar os seus ninhos, e que podem acabar por morrer.<\/p>\n<p>Podemos dizer que as aves marinhas s\u00e3o o grupo de aves mais amea\u00e7ado no mundo: mais de um ter\u00e7o das 346 esp\u00e9cies conhecidas est\u00e3o amea\u00e7adas a n\u00edvel global, v\u00e1rias delas no limiar da extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong><u>A conserva\u00e7\u00e3o das aves marinhas nos A\u00e7ores<\/u><\/strong><\/p>\n<p>Afortunadamente os a\u00e7orianos encontram-se cada vez mais consciencializados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o dos seus recursos naturais. Podemos encontrar um n\u00famero cada vez maior de cidad\u00e3os e institui\u00e7\u00f5es envolvidas na conserva\u00e7\u00e3o deste grupo de animais.<\/p>\n<p>Um exemplo do que acabamos de referir \u00e9 a campanha SOS Cagarro, que \u00e9 promovida todos os anos pelo Governo dos A\u00e7ores. Esta campanha, divulgada junto da popula\u00e7\u00e3o a partir de folhetos informativos, das redes sociais e dos media, envolve a popula\u00e7\u00e3o e institui\u00e7\u00f5es no salvamento de cagarros juvenis encontrados \u201cperdidos\u201d em estradas na proximidade das zonas costeiras. A campanha pretende demonstrar os cuidados a ter quando se encontram as aves juvenis: em caso de atropelamentos, em dias de nevoeiro intenso ou \u00e0 noite quando ficam encadeadas.<\/p>\n<p>Outros projectos como o LIFE Ilhas Santu\u00e1rio para as Aves Marinhas no Corvo e no Ilh\u00e9u de Vila Franca do Campo, que come\u00e7ou em 2009, cujo objetivo \u00e9 a conserva\u00e7\u00e3o das col\u00f3nias de aves marinhas nos A\u00e7ores atrav\u00e9s da recupera\u00e7\u00e3o do seu habitat e medidas de controlo e erradica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies invasoras introduzidas. Este \u00e9 um projecto coordenado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) em parceria com a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), a C\u00e2mara Municipal do Corvo e a Royal Society for the Protection of Birds (RSPB).<\/p>\n<!-- wp:paragraph -->\n<p>\u00a0<\/p>\n<!-- \/wp:paragraph -->\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voando sobre o mar: conhe\u00e7a o mundo das aves marinhas Quando se fala em aves marinhas normalmente vem \u00e0 mente apenas uma ave: a gaivota. 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