{"id":6358,"date":"2024-05-09T10:23:08","date_gmt":"2024-05-09T10:23:08","guid":{"rendered":"https:\/\/picosdeaventura.com\/?p=6358"},"modified":"2024-05-09T10:30:43","modified_gmt":"2024-05-09T10:30:43","slug":"organismos-marinhos-gelatinoso-dos-acores","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/2024\/05\/09\/organismos-marinhos-gelatinoso-dos-acores\/","title":{"rendered":"Organismos marinhos gelatinosos dos A\u00e7ores"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00c9 muito frequente os banhistas terem os seus banhos no mar interrompidos devido \u00e0 presen\u00e7a de seres de aspecto gelatinoso. Alguns destes seres gelatinosos, s\u00e3o conhecidos por \u00e1gua viva (<em>Pelagia noctiluca)<\/em>, caravela-portuguesa (<em>Physalia physalis<\/em>) e salpa (<em>Salpa sp<\/em>). S\u00e3o organismos que vivem no mar, na coluna de \u00e1gua ou na superf\u00edcie, e podem apresentar diferentes formas, tamanhos e colora\u00e7\u00f5es. A sua presen\u00e7a \u00e9 muito frequente no mar e praias dos A\u00e7ores, principalmente durante a primavera e ver\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Pelagia noctiluca<\/em><\/strong>, conhecida por \u00e1gua-viva nos <a href=\"https:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/\">A\u00e7ores<\/a>, \u00e9 das esp\u00e9cies de medusas mais estudadas. A sua camp\u00e2nula pode atingir 3 a 12 cm de di\u00e2metro e apresentar uma colora\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel, entre malva, roxo, rosa, castanho claro e amarelo. O corpo \u00e9 radial e sim\u00e9trico e possuem uma \u00fanica cavidade corporal, denominada de cavidade gastrovascular. Esta estrutura \u00e9 uma cavidade digestiva com uma \u00fanica abertura que \u00e9 utilizada para a ingest\u00e3o e excre\u00e7\u00e3o. Possuem quatro longos bra\u00e7os orais com bordos enrugados que comp\u00f5em a regi\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, e oito longos tent\u00e1culos que partem das margens da sua camp\u00e2nula podendo atingir dois metros de comprimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Devido ao facto de n\u00e3o possu\u00edrem um sistema respirat\u00f3rio, excretor e circulat\u00f3rio, desenvolveram cn\u00eddeos, que s\u00e3o c\u00e9lulas que apresentam v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es como captura de presas, defesa, locomo\u00e7\u00e3o e fixa\u00e7\u00e3o. Os cn\u00eddeos est\u00e3o presentes nos tent\u00e1culos, bem como na camp\u00e2nula (pouco comum nas medusas) e, quando estimulados, segregam toxinas. Para os humanos, a picada provoca dor, mas geralmente n\u00e3o \u00e9 perigosa, n\u00e3o havendo casos de morte conhecidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma caracter\u00edstica peculiar destes organismos \u00e9 a sua bioluminesc\u00eancia (Fig. 1), ou seja, t\u00eam a capacidade de emitir uma luz de baixa intensidade, vis\u00edvel para os humanos durante a noite. A luz \u00e9 emitida quando estimulada pela turbul\u00eancia criada pelas ondas do mar ou pelo movimento das embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta esp\u00e9cie \u00e9 oportunista, tendo sido observada a alimentar-se de uma grande variedade de pequenos organismos, como crust\u00e1ceos planct\u00f3nicos (ex: cop\u00e9podes), larvas de moluscos, hidromedusas, ovos e larvas de peixes, bem como detritos suspensos na \u00e1gua e fitopl\u00e2ncton microsc\u00f3pico. A variabilidade da dieta destes organismos sugere que s\u00e3o generalistas e n\u00e3o t\u00eam uma elevada seletividade de presas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"721\" height=\"253\" src=\"https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-6.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-6369\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-6.png 721w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-6-300x105.png 300w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-6-18x6.png 18w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-6-114x40.png 114w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-6-228x80.png 228w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-6-394x138.png 394w\" sizes=\"auto, (max-width: 721px) 100vw, 721px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Figura 1: Compara\u00e7\u00e3o entre \u00e1gua-viva no seu estado normal (esquerda) e \u00e1gua-viva com bioluminesc\u00eancia (direita).<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>A <strong>caravela-portuguesa <\/strong>(<em>Physalia physalis)<\/em>, muitas vezes confundida com uma alforreca, \u00e9 na realidade um sifon\u00f3foro. \u00c9 um organismo colonial, composto por v\u00e1rios indiv\u00edduos geneticamente id\u00eanticos (zooides) e especializados em diferentes fun\u00e7\u00f5es que, em conjunto, permitem que a col\u00f3nia opere como um \u00fanico organismo. Esta col\u00f3nia \u00e9 composta por 4 zooides e cada um \u00e9 respons\u00e1vel por uma tarefa espec\u00edfica, como desloca\u00e7\u00e3o (pneumat\u00f3foro), reprodu\u00e7\u00e3o (gonozo\u00f3ides), alimenta\u00e7\u00e3o (gastrozo\u00f3ides) e captura de presas (dactilozo\u00f3ides) (Fig. 2).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"955\" height=\"395\" src=\"https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-6362\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-3.png 955w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-3-300x124.png 300w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-3-768x318.png 768w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-3-18x7.png 18w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-3-97x40.png 97w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-3-193x80.png 193w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-3-394x163.png 394w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-3-915x378.png 915w\" sizes=\"auto, (max-width: 955px) 100vw, 955px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Figura 2: Ilustra\u00e7\u00e3o de Physalia physalis (esquerda) e foto tirada por Marc Tolosa (Bi\u00f3logo Marinho da Picos de Aventura) durante uma viagem de whale watching (direita).<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Esta esp\u00e9cie \u00e9 facilmente reconhecida pelo seu flutuador cheio de g\u00e1s em forma de vela, caracter\u00edstica que lhe conferiu o seu nome, devido \u00e0 sua semelhan\u00e7a com os navios de guerra portugu\u00eas do s\u00e9culo XVIII a navegar \u00e0 vela. Esta estrutura flutuante pode apresentar uma colora\u00e7\u00e3o azul, violeta ou rosado e elevar-se at\u00e9 15 cm acima da superf\u00edcie da \u00e1gua. Atua como aparelho flutuador e como vela para a col\u00f3nia, permitindo que se movimente a favor do vento, das ondas e das correntes marinhas. Em situa\u00e7\u00f5es de perigo \u00e0 superf\u00edcie podem desinflar a ves\u00edcula de g\u00e1s e submergir por breves momentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Submersos na \u00e1gua e suportados pelo pneumat\u00f3foro est\u00e3o os seus longos filamentos de tent\u00e1culos que geralmente crescem at\u00e9 10 metros de comprimento, mas podem atingir 30 metros de comprimento. Cada tent\u00e1culo apresenta pequenas estruturas filiformes enroladas, designadas por nematocistos, que cont\u00eam subst\u00e2ncias t\u00f3xicas e urticantes e s\u00e3o respons\u00e1veis pela transmiss\u00e3o e inje\u00e7\u00e3o de veneno atrav\u00e9s do contacto, paralisando e matando as suas presas, como peixes.<\/p>\n\n\n\n<p><em>P. physalis<\/em> \u00e9 considerada a esp\u00e9cie mais venenosa do grupo dos organismos gelatinosos que existem em Portugal. Para os humanos, a picada destes organismos \u00e9 extremamente dolorosa, mas raramente letal. A tartaruga-comum (<em>Caretta caretta<\/em>) \u00e9 um dos poucos predadores da caravela-portuguesa, n\u00e3o sendo afetada pelo veneno pois apresenta uma pele demasiado espessa impedindo a penetra\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas urticantes.<\/p>\n\n\n\n<p>As <strong>salpas<\/strong> s\u00e3o tunicados pel\u00e1gicos pertencentes \u00e0 fam\u00edlia Salpidae, que por sua vez est\u00e3o inclu\u00eddos no filo dos cordados (animais com cord\u00e3o nervoso dorsal). Apesar da sua semelhan\u00e7a com as medusas, pela sua estrutura corporal simples e comportamento planct\u00f3nico, est\u00e3o filogeneticamente relacionados com os vertebrados (animais com espinha dorsal). Esta esp\u00e9cie apresenta um corpo gelatinoso semi-transparente de forma cil\u00edndrica, podendo apresentar diferentes dimens\u00f5es, de alguns mil\u00edmetros at\u00e9 cerca de 10 cm.<\/p>\n\n\n\n<p>Desloca-se por contra\u00e7\u00e3o, bombeando \u00e1gua atrav\u00e9s do seu corpo gelatinoso, sendo considerado um dos exemplos mais eficientes de propuls\u00e3o a jato do reino animal. As salpas distribuem-se pela maioria dos oceanos, ocorrendo em \u00e1guas equatoriais, subtropicais, temperadas e frias, podendo exibir uma forma solit\u00e1ria ou em col\u00f3nia (Fig. 3). A forma solit\u00e1ria, designada por oozoites, s\u00e3o pequenos animais em forma de barril que se reproduzem assexuadamente. As col\u00f3nias, designadas por blastozooides, s\u00e3o constitu\u00eddas por indiv\u00edduos agregados que permanecem interligados formando longas cadeias lineares.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o organismos filtradores n\u00e3o-seletivos, alimentando-se de uma grande variedade de part\u00edculas de diferentes tamanhos, desde bact\u00e9rias a larvas, sendo fitopl\u00e2ncton o seu principal alimento. Ao contr\u00e1rio das esp\u00e9cies mencionadas acima, as salpas n\u00e3o s\u00e3o nocivas para os seres humanos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"844\" height=\"278\" src=\"https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-4.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-6364\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-4.png 844w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-4-300x99.png 300w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-4-768x253.png 768w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-4-18x6.png 18w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-4-121x40.png 121w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-4-243x80.png 243w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-4-394x130.png 394w\" sizes=\"auto, (max-width: 844px) 100vw, 844px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Figura 3: Imagens de salpa exibindo a forma solit\u00e1ria (esquerda) e em col\u00f3nia (direita).<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Curiosidades<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nos A\u00e7ores, foi criada uma sinal\u00e9tica em todas as praias vigiadas, com recurso a bandeiras espec\u00edficas \u2013 amarela (alerta de \u00e1guas-vivas; pouca quantidade) ou vermelha (perigo de \u00e1guas-vivas; muita quantidade), para alertar os banhistas da presen\u00e7a destes organismos, prevenindo e minimizando o contacto com os mesmos (Fig. 4). De destacar que, mesmo indiv\u00edduos mortos de caravela-portuguesa que d\u00e3o \u00e0 costa ou partes dos seus tent\u00e1culos, s\u00e3o igualmente perigosos e o seu veneno pode permanecer potente durante horas ou mesmo dias ap\u00f3s a morte do organismo ou da separa\u00e7\u00e3o do tent\u00e1culo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"564\" height=\"219\" src=\"https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-5.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-6366\" title=\"\" srcset=\"https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-5.png 564w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-5-300x116.png 300w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-5-18x7.png 18w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-5-103x40.png 103w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-5-206x80.png 206w, https:\/\/picosdeaventura.com\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/blog-picos-de-aventura-gelatinoso-5-394x153.png 394w\" sizes=\"auto, (max-width: 564px) 100vw, 564px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Figura 4: Sinal\u00e9tica utilizada nas praias para alertar os banhistas da presen\u00e7a de criaturas gelatinosos.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Embora por vezes perigosa, s\u00e3o criaturas \u00fanicas e fascinantes, que tornam os nossos mares mais ricos em diversidade, desta forma \u00e9 de bom senso n\u00e3o interferir, danificar ou retirar estes animais do seu meio natural. Acompanhe-nos nas nossas viagens de whale watching e venha descobrir e desvendar mais mist\u00e9rios que o mar dos A\u00e7ores tem para nos presentear!<\/p>\n\n\n\n<p>Artigo de blog escrito pela nossa bi\u00f3loga In\u00eas Dias.<\/p>\n\n\n\n<p>Reserve a sua experi\u00eancia connosco <a href=\"https:\/\/fareharbor.com\/embeds\/book\/picosdeaventura\/items\/?flow=195615&amp;language=pt&amp;full-items=yes\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias \/ References<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Britannica, T. Editors of Encyclopaedia. Salp. (2023). Encyclopedia Britannica. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.britannica.com\/animal\/salp\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">https:\/\/www.britannica.com\/animal\/salp<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Instituto Portugu\u00eas do Mar e da Atmosfera (IPMA). GelAvista \u2013 Esp\u00e9cies. (2021). Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/gelavista.ipma.pt\/especies\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">https:\/\/gelavista.ipma.pt\/especies\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Mariottini. G.L., Giacco. E. &amp; Pane. L. The mauve stinger <em>Pelagia noctiluca<\/em> (Forssk\u00e5l, 1775). Distribution, ecology, toxicity and epidemiology of stings. A review. (2008). Marine Drugs, 6(3):496-513. doi: 10.3390\/md20080025.<\/p>\n\n\n\n<p>Melissa Murray. Salps. The Australian Museum. 2019. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/australian.museum\/learn\/animals\/sea-squirts\/what-is-a-salp\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">https:\/\/australian.museum\/learn\/animals\/sea-squirts\/what-is-a-salp\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Munro. C., Vue, Z., Behringer, RR. &amp; Dunn, CW. Morphology and development of the Portuguese man of war, <em>Physalia physalis<\/em> (2019). Scientific Report, 9(1):15522. doi: 10.1038\/s41598-019-51842-1.<\/p>\n\n\n\n<p>NOAA. What is a Portuguese Man o\u2019 War? National Ocean Service website. (2023). Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/oceanservice.noaa.gov\/facts\/portuguese-man-o-war.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">https:\/\/oceanservice.noaa.gov\/facts\/portuguese-man-o-war.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Salp. American Oceans (2024). Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.americanoceans.org\/species\/what-are-salps\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">https:\/\/www.americanoceans.org\/species\/what-are-salps\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 muito frequente os banhistas terem os seus banhos no mar interrompidos devido \u00e0 presen\u00e7a de seres de aspecto gelatinoso.  &hellip; <a href=\"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/2024\/05\/09\/organismos-marinhos-gelatinoso-dos-acores\/\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6373,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":true,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[51,25,39],"class_list":["post-6358","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog-mar","tag-acores","tag-mar","tag-natureza"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6358","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6358"}],"version-history":[{"count":9,"href":"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6358\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6376,"href":"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6358\/revisions\/6376"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6373"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6358"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6358"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/picosdeaventura.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6358"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}